Congelamento de Óvulos

Opção para mulheres em tratamento de saúde ou que desejam garantir fertilidade.

Congelamento de oócito pode (e deve) ser feito o quanto antes.

Desde 2500 antes da nossa era, baixas temperaturas já eram utilizadas com fins terapêuticos, mas, o descobrimento de substâncias crioprotetoras que permitissem congelar células sem a formação de cristais de gelo só ocorreu na segunda metade do século XX. O primeiro bebê de óvulo criopreservado nasceu em 1986. Desde então, a medicina reprodutiva tem evoluído e atualmente, mulheres cada vez mais jovens  optam pela preservação de sua fertilidade através deste método, endossado pela American Society for Reproductive Medicine (ASRM) como uma terapia efetiva e não mais experimental para fins de preservação de fertilidade.

 

Criopreservação de óvulos: motivos

A técnica de preservação se destina primeiramente a mulheres que passarão por tratamento oncológico (ou outros )  e que podem apresentar queda de função ovariana em decorrência disso; ou que têm a Síndrome do X-Frágil (Leia mais) e, portanto, entrarão em falência ovariana prematura por esta causa genética.

Atualmente, por N motivos referentes a questões sociais, muitas mulheres saudáveis também recorrem à prática da criopreservação oocitária e deixam para ter seus filhos mais tarde, desta forma, sem o ônus da idade. O tratamento é rápido. Em 14 dias é realizado.

 

Preservação oocitária: quando fazer?

A qualidade dos óvulos depende da idade da mulher. Quanto mais jovem ela decidir pelo congelamento, melhor, pois, a qualidade dos óvulos e as chances de gravidez acima de 38 anos são reduzidas quando comparadas com mulheres abaixo dos 35 anos. Mulheres com 40 anos ou mais apresentam óvulos mais velhos, de pior qualidade e com maior probabilidade de alterações genéticas.

Muitas mulheres preocupadas com uma possível perda de potencial reprodutivo no futuro procuram clinicas para criopreservação tanto de  embriões como de óvulos. É comum que nestes casos as mulheres sejam submetidas a mais de 1 tratamento de estimulação ovariana, buscando a criopreservação de um maior número de óvulos.

Nos EUA, 50% das clínicas de reprodução humana oferecem a criopreservação de óvulos e mais de 60% das indicações de congelamento de óvulos são puramente para adiar a maternidade e proteger a fertilidade futura. Apenas 18% por questões médicas.

Não há estudos sobre o tempo de manutenção dos óvulos criopreservados e suas consequências.

A taxa de sucesso no congelamento de óvulos melhorou bastante nesta última década, embora os estudos atuais ainda mostrem uma melhor taxa de gravidez quando utilizados embriões a fresco ou congelados.

 

É sempre muito importante consultar um especialista e ter acompanhamento médico! Em caso de dúvidas, entre em contato conosco!